Da mesma forma que ajuda e apoia o seu cônjuge ou familiar de forma inestimável na gestão da insuficiência cardíaca, também precisa de muito apoio enquanto prestador de cuidados. Por vezes, poderá sentir-se muito sozinho tendo de lidar com tudo, mas existem muitos sistemas de apoio disponíveis para si:   

  • FALE com alguém. Falar pode ser o sistema de apoio mais simples e eficaz de que precisa. Se pensar que não consegue falar com o seu cônjuge ou familiar sobre determinados assuntos, fale com um familiar, um amigo de confiança, um médico ou enfermeiro ou um profissional de acompanhamento psicológico.
  • Procure a ajuda dos familiares e amigos, grupo de voluntários ou serviços de saúde locais. Não pode e não deve fazer tudo sozinho. Fale com o seu médico ou com o médico do seu cônjuge ou familiar, para saber se estão disponíveis outros tipos de ajuda para si na sua área de residência. 
  • Participe num grupo de apoio para prestadores de cuidados. Do mesmo modo que é importante para o seu cônjuge ou familiar participar num grupo de apoio para doentes, enquanto prestador de cuidados deverá considerar também a importância de participar num grupo de apoio para prestadores de cuidados, para passar algum tempo com outras pessoas em situações semelhantes. Pode obter informações sobre grupos de apoio adequados falando com o seu médico ou enfermeiro, perguntando na biblioteca local ou pesquisando na Internet.

Seguem-se mais algumas sugestões que podem ajudá-lo a sentir-se mais em controlo:   

  • Saiba mais sobre a insuficiência cardíaca. Quanto mais souber, provavelmente maior controlo sentirá.
  • Tire tempo para si e para as atividades de que gosta.

Faça planos para o futuro. Se se sentir inseguro em relação ao futuro, poderá ter alguma paz de espírito se trabalhar em conjunto com o seu cônjuge ou familiar para garantir que as questões financeiras, testamentos e apólices de seguro estão em ordem. Isto poderá levar a uma conversa sobre futuros planos de cuidados com o seu cônjuge ou familiar. Clique aqui para obter mais informações sobre o planeamento do fim da vida.