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Na verdade, demorei muito tempo a aceitar esta doença. Penso que me afetou muito emocionalmente e nos três ou quatro meses que se seguiram continuei a fazer as minhas coisas. Não estava a trabalhar por motivo de doença, mas fazia as tarefas domésticas, ia às compras, fazia tudo como normalmente. Sem dúvida de que perdi algo, o meu vigor, que não conseguia recuperar. A minha motivação estava um pouco em baixo e perguntava-me se valia a pena continuar assim. Sentei-me, comecei a comer e engordei. No geral, sentia-me infeliz. Mas felizmente, depois do Natal encontrei novamente o meu vigor e também recuperei a minha motivação e senti-me bem outra vez. De facto, senti-me muito melhor do que provavelmente nos últimos três anos, o que é interessante.