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Sim, sem dúvida que recomendo grupos de apoio. Temos um grupo de apoio fantástico aqui que começou com poucas pessoas depois de fazerem reabilitação, que hoje em dia existe em muitos hospitais. Penso que não está disponível em todos os hospitais ou pelo menos não estava. Reunir pessoas com o mesmo tipo de problemas, ir e falar com as pessoas, em vez de pensar, «Meu Deus, tenho isso». Quando se fala com alguém que diz, «Eu também», alivia um pouco o problema por ter sido partilhado. Depois pensasse que essa pessoa está com bom aspeto e é algo extraordinário. Do ponto de vista social, também pode ser benéfico. O nosso grupo organiza atividades sociais fantásticas, combinadas obviamente com exercício físico, caminhadas e reuniões onde as pessoas falam sobre questões médicas, mas nem sempre. Juntamo-nos e vemos pessoas com 80 ou 90 anos (na verdade, o nosso membro mais idoso não tem 90 anos. Tem 80 e poucos anos e é maravilhosa), que têm os mesmos problemas que pessoas com 40 e poucos anos que pensam, «Não vou chegar a essa idade», mas é possível. Somos todos diferentes. Cada caso é totalmente diferente. Mas penso que os grupos de apoio são extraordinários e essenciais.